Governo Lula busca sacramentar a contribuição sindical obrigatória, ligada a acordos salariais intermediados por sindicatos. Proposta do Ministério do Trabalho em discussão, pode ser apresentada ao Congresso em setembro. Taxa, limitada a 1% do rendimento anual, estaria vinculada a acordos de reajuste.
Valor a ser descontado na folha de pagamento, sujeito a decisão em assembleias. Desde 2017, a contribuição sindical era opcional após a reforma trabalhista.
O Ministro Marinho afirma que novo modelo difere do antigo imposto sindical, ressaltando a necessidade de financiamento para sindicatos.
A proposta tem apoio de Lula e pode ser apresentada até agosto. Centrais sindicais explicam que contribuição seria discutida junto às reivindicações trabalhistas.
Projeto de negociação sujeito a votação, influenciando acordos salariais. Debate sobre o assunto está em andamento. “Mas uma democracia precisa ter um sindicato forte.” Destacou o Ministro Marinho, gerando a impressão que os sindicatos seriam promotores da Democracia, sem nenhum fundamento fático.
O professor José Márcio Camargo critica a ideia, alegando aumento de custo para trabalhador. Negociações envolvendo governo, sindicatos e patronais em andamento para finalizar o projeto.
Empresários preocupados com alta taxa proposta. Economista Pastore enfatiza a necessidade de regulamentação clara para evitar abusos. Proposta contempla novas regras para sindicatos e eleições obrigatórias. Intenção de incentivar acordos coletivos nacionais e criar órgão independente para questões sindicais.
A nova contribuição sindical pode tirar até 3 dias trabalhados do salário dos trabalhadores, com o único objetivo de manter os sindicatos.
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