Bom dia! Terça, 5/Mai./2026

Queda de paramotor termina em morte em área rural de Lucélia

Terça, 5 de Mai. de 2026
Fonte: Siga Mais

Um acidente envolvendo a queda de um paramotor resultou na morte de um homem na tarde desta segunda-feira (4), em uma área rural em Lucélia. A ocorrência foi registrada por volta das 17h30 e mobilizou diferentes equipes.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por populares. O atendimento foi realizado pelos agentes da Estação de Bombeiros de Adamantina. 

Ao chegarem ao local os bombeiros encontraram a vítima caída ao solo e em parada cardiorrespiratória. Foram iniciadas imediatamente manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), e o homem foi socorrido até o pronto-socorro de Lucélia. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos e morreu após o atendimento.

A vítima foi identificada como Adalberto Valdevino, de 54 anos, policial penal aposentado de Adamantina.

Informações preliminares apontam que o acidente pode ter sido provocado pelo enrosco do paramotor em uma linha de pipa, o que teria ocasionado a queda da aeronave.

A Polícia Militar prestou apoio na ocorrência e permaneceu responsável pela preservação da área. O caso será apresentado no plantão da Polícia Civil em Adamantina, que requisitou perícia técnica para apurar as causas e circunstâncias do acidente.

Neste domingo (3), um acidente com linha cortante tirou a vida de uma adolescente de 12 anos, em Álvares Machado, na região de Presidente Prudente. O caso é investigado pelas autoridades.

A soltura de pipas com linhas cortantes – situação que pode ter relação com a queda da aeronave em Lucélia – o estado de São Paulo tem lei que proíbe as linhas cortantes. Segundo define o artigo 1º da Lei Nº 17.201, de 4 de novembro de 2019, “Ficam proibidos o uso, a posse, a fabricação e a comercialização de linhas cortantes compostas de vidro moído conhecido como cerol, bem como a importação de linha cortante e industrializada obtida por meio da combinação de cola madeira ou cola cianoacrilato com óxido de alumínio ou carbeto de silício e quartzo moído, ou qualquer produto ou substância de efeito cortante independente da aplicação ou não destes produtos nos fios ou linhas, conhecido como linha chilena/linha indonésia, utilizadas para soltar pipas”. 

O desafio, portanto, é a fiscalização para identificar e punir quem produz, comercializa ou utiliza esses materiais.

Fotos: Folha Regional e Redes Sociais

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