Até novembro de 2024, o Ministério da Saúde do governo Luiz Inácio Lula da Silva incinerou quase 11 milhões de vacinas vencidas.
A maior parte das perdas foi de imunizantes contra a covid-19, além de febre amarela, tétano e gripe. Outros 12 milhões de doses vencidas continuam armazenadas, incluindo 9 milhões da Janssen contra o coronavírus.
Entre as vacinas destruídas, 6,4 milhões de doses eram para a covid-19. No Brasil, a doença causou mais de 5,1 mil mortes neste ano, conforme dados do ministério.
A DTP, vacina infantil contra difteria, tétano e coqueluche, teve 3,1 milhões de doses incineradas. Já o imunizante contra febre amarela teve 663,2 mil doses descartadas. Esses números foram divulgados na manhã do último dia 4, pelo portal Metrópoles.
O veículo obteve os dados por meio da Lei de Acesso à Informação.
Os argumentos do governo Lula para a perda de vacinas
Em nota, o Ministério da Saúde informou que as Secretarias de Saúde trabalham para reduzir o descarte de vacinas. Disse também que os imunizantes contra a covid-19 são alvo de “desinformação”, o que afeta a confiança pública em sua eficácia e segurança. “Para evitar desperdício e garantir proteção máxima na compra da vacina contra covid-19 deste ano, o Ministério da Saúde adotou inovações: entrega parcelada por parte do laboratório contratado conforme a demanda apresentada pela pasta e possibilidade de troca pela versão mais atual aprovada pela Anvisa”, disse a pasta.
O Ministério da Saúde completou: “O Programa Nacional de Imunizações adota práticas como cláusulas de troca para lotes próximos à validade, contratos plurianuais para gestão eficiente, monitoramento contínuo dos estoques e reuniões mensais com laboratórios para ajuste de cronogramas”.
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