Bom dia! Segunda, 23/Fev./2026

Grupo armado invade casa, sequestra criança e sete pessoas são presas após cerco policial; caso ocorreu em Quintana

Segunda, 23 de Fev. de 2026
Fonte: Redação Mais Tupã!

Uma ocorrência de extrema gravidade registrada na madrugada desta segunda-feira (23) teve início no município de Quintana e terminou com a prisão em flagrante de sete pessoas após perseguição e cerco policial na Rodovia SP-294, na região de Oriente. 

O caso envolveu invasão de domicílio, ameaça com armas de fogo e o sequestro de uma criança de apenas três anos de idade.

De acordo com as informações policiais, por volta da 1h20 equipes da Polícia Militar receberam a comunicação de que um veículo utilitário branco transportava indivíduos armados após um crime ocorrido em Quintana. 

O automóvel foi localizado já no perímetro urbano de Pompeia, onde teve início o acompanhamento tático. A abordagem foi estrategicamente realizada na praça de pedágio da SP-294, em Oriente, com apoio de diversas viaturas, impedindo qualquer tentativa de fuga.

No interior do veículo estavam vários adultos e a criança levada durante a ação criminosa. Durante a vistoria, os policiais localizaram duas pistolas calibre 9 mm carregadas, munições e um carregador adicional, todos prontos para uso. Uma das envolvidas também foi encontrada escondida no porta-malas do automóvel.

Segundo relato das vítimas, o grupo invadiu a residência durante a madrugada. Um familiar foi imobilizado com um golpe conhecido como “mata-leão”, enquanto uma arma de fogo era apontada para sua cabeça. Sob grave ameaça, os autores retiraram a criança dos braços da mãe e fugiram do local em seguida.

A menina foi recuperada sem ferimentos e devolvida à genitora no próprio local da abordagem policial. Ainda conforme o registro, havia histórico de desentendimentos familiares entre um dos autores e a mãe da criança, o que teria motivado a ação violenta.

Os sete envolvidos foram presos em flagrante e encaminhados ao plantão policial, onde permaneceram à disposição da Justiça. Eles deverão responder, em tese, por crimes como sequestro e cárcere privado, violação de domicílio, violência doméstica e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. 

A autoridade policial não arbitrou fiança, considerando a violência empregada e o risco à integridade das vítimas, e representou pela conversão das prisões em preventivas.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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